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	<title>Septo</title>
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		<title>Otorrinolaringologista fala sobre prevenção da otite</title>
		<link>http://septo.com.br/site/2011/02/16/otorrinolaringologista-fala-sobre-prevencao-da-otite-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 19:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog da Septo]]></category>

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		<description><![CDATA[Os casos de inflamações nos ouvidos costumam aumentar nesta época do ano, segundo os médicos. O tempo quente associado à água da piscina, rio ou mar, são prejudiciais para quem sofre de otite. Sobre o a doença, o programa entrevistou o presidente do Departamento de Otorrinolaringologia da Associação Médica de Minas Gerais, Ricardo Jacob de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://septo.com.br/site/wp-content/uploads/2011/02/otites.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-219" title="otites" src="http://septo.com.br/site/wp-content/uploads/2011/02/otites.jpeg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Os casos de inflamações nos ouvidos costumam aumentar nesta época do ano, segundo os médicos. O tempo quente associado à água da piscina, rio ou mar, são prejudiciais para quem sofre de otite. Sobre o a doença, o programa entrevistou o presidente do Departamento de Otorrinolaringologia da Associação Médica de Minas Gerais, Ricardo Jacob de Macedo.</p>
<p>Trata-se de uma irritação na parte externa do ouvido. A pessoa coça e acaba inflamando, gerando secreção e coceira. Otites externas dão a sensação de ouvido tapado. Se for tratada corretamente, a cura é tranqüila. Mas se evoluir sem tratamento, a inflamação pode chegar ao tímpano e provocar, inclusive, a surdez.</p>
<p>É recomendado procurar um médico no aparecimento de sintomas como dor, prurido e inchaço no canal do ouvido. Pessoas alérgicas têm maior propensão à inflamação do ouvido. Uma dica preventiva é usar algodão com óleo mineral na hora do banho. No caso de quem vai nadar, o protetor auricular auxilia apenas para evitar a entrada de água no ouvido, se o ouvido estiver bom. Se estiver inflamado, esse produto pode piorar a otite. Colocar a touca por cima do ouvido é a melhor opção preventiva.</p>
<p>O otorrinolaringologista lembra que objetos não podem ser inseridos no ouvido, nem mesmo cotonete.</p>
<p>FONTE:</p>
<p>http://globominas.globo.com/GloboMinas/Noticias/BomDiaMinas/0,,MUL330588-9077,00.html</p>
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		<title>Implante Coclear, qualidade de vida: Testemunho de um implantado</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 19:09:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog da Septo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasci no dia 12 de setembro de 1969, era uma criança fortinha com muita saúde, quando o pediatra descobriu que eu tinha problema de audição. Aos meus 4 anos comecei a usar o meu 1º aparelho nos dois ouvidos, sendo assim, eu falava bem e escutava aos poucos. Nessas época, eu morava em Araçatuba –...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-213" title="otite" src="http://septo.com.br/site/wp-content/uploads/2011/02/otite.jpg" alt="" width="296" height="216" /></p>
<p>Nasci no dia 12 de setembro de 1969, era uma criança fortinha com muita saúde, quando o pediatra descobriu que eu tinha problema de audição.</p>
<div id="_mcePaste">Aos meus 4 anos comecei a usar o meu 1º aparelho nos dois ouvidos, sendo assim, eu falava bem e escutava aos poucos. Nessas época, eu morava em Araçatuba – SP, não existiam alguns especialistas, médicos, fonoaudiólogos e minha mãe sempre me levava em São Paulo para fazer testes de sons.</div>
<div id="_mcePaste">Eu temia que estava prestes de perder a audição do lado esquerdo com apenas 6 anos (mais ou menos que me lembro) e então passei a maior parte da vida escutando com o ouvido direito.</div>
<div id="_mcePaste">Depois de passar algum tempo depois, sempre vinhas as mudanças de marcas de aparelho e comecei a passar a esconder o meu aparelho dos meus colegas na escola.</div>
<div id="_mcePaste">Eu era muito divertida, bonita e sempre de cabelos compridos e cachos. Ninguém percebeu que eu era a única aluna deficiente da escola,e eu não gostava que alguém falasse mal de uma pessoa que usava aparelho.</div>
<div id="_mcePaste">Comecei a namorar com meu marido, antes de noiva, eu perdi totalmente o lado direito e depois a minha audição voltou.</div>
<div id="_mcePaste">Comecei a usar o aparelho de novo (AASSI), era muito caro.</div>
<div id="_mcePaste">Fiquei grávida de minha filha Emily, depois que ela nasceu, estava com 3 meses perdi minha audição de novo.</div>
<div id="_mcePaste">Passei a maior parte sem ouvir a voz da minha filha há 5 anos, mas não me importava com a perda., lutei para tentar ouvir de novo, passei a fazer leitura labial.</div>
<div id="_mcePaste">Todo mundo achava que eu era uma pessoa “Normal”, com aparência muito boa e inteligente.</div>
<div id="_mcePaste">Então, a minha prima descobriu na UNICAMP, o implante coclear para aquelas pessoas que desejavam ouvir de novo.</div>
<div id="_mcePaste">Depois de todos os exames que fiz, fui candidata ao Implante Coclear.</div>
<div id="_mcePaste">Estava super feliz, radiante e era um sonho poder voltar a ouvir a voz da minha filha (que hoje tem 4 anos).</div>
<div id="_mcePaste">Então fui encaminhada para a sala de cirurgia no dia 14 de abril de 2004 e logo fui ativada, 26 de maio.</div>
<div id="_mcePaste">Após ser ativada a Dra Silvia ligou o aparelho, e com saudade de ouvir de forma movimentações, pude ouvir minha filha cantar pela primeira vez. Foi uma grande emoção para mim.</div>
<p>Nasci no dia 12 de setembro de 1969, era uma criança fortinha com muita saúde, quando o pediatra descobriu que eu tinha problema de audição.Aos meus 4 anos comecei a usar o meu 1º aparelho nos dois ouvidos, sendo assim, eu falava bem e escutava aos poucos. Nessas época, eu morava em Araçatuba – SP, não existiam alguns especialistas, médicos, fonoaudiólogos e minha mãe sempre me levava em São Paulo para fazer testes de sons.Eu temia que estava prestes de perder a audição do lado esquerdo com apenas 6 anos (mais ou menos que me lembro) e então passei a maior parte da vida escutando com o ouvido direito.<br />
Depois de passar algum tempo depois, sempre vinhas as mudanças de marcas de aparelho e comecei a passar a esconder o meu aparelho dos meus colegas na escola.Eu era muito divertida, bonita e sempre de cabelos compridos e cachos. Ninguém percebeu que eu era a única aluna deficiente da escola,e eu não gostava que alguém falasse mal de uma pessoa que usava aparelho.Comecei a namorar com meu marido, antes de noiva, eu perdi totalmente o lado direito e depois a minha audição voltou.Comecei a usar o aparelho de novo (AASSI), era muito caro. Fiquei grávida de minha filha Emily, depois que ela nasceu, estava com 3 meses perdi minha audição de novo. Passei a maior parte sem ouvir a voz da minha filha há 5 anos, mas não me importava com a perda., lutei para tentar ouvir de novo, passei a fazer leitura labial.Todo mundo achava que eu era uma pessoa “Normal”, com aparência muito boa e inteligente.Então, a minha prima descobriu na UNICAMP, o implante coclear para aquelas pessoas que desejavam ouvir de novo.Depois de todos os exames que fiz, fui candidata ao Implante Coclear.Estava super feliz, radiante e era um sonho poder voltar a ouvir a voz da minha filha (que hoje tem 4 anos).Então fui encaminhada para a sala de cirurgia no dia 14 de abril de 2004 e logo fui ativada, 26 de maio.Após ser ativada a Dra Silvia ligou o aparelho, e com saudade de ouvir de forma movimentações, pude ouvir minha filha cantar pela primeira vez. Foi uma grande emoção para mim.</p>
<p>O que é ouvir com o Implante coclear</p>
<p>Há 5 anos não ouvia a voz de ninguém, nem da minha família e nem da minha filha.</p>
<p>O Implante Coclear mudou tanta coisa, minha voz, meu comportamento. Quando fiz a ativação, fiquei muito contente por escutar a 1a vez a voz da minha filha até hoje ela canta sem parar.</p>
<p>Estou super feliz , muito feliz com o IC.</p>
<p>Eu Amo o meu IC.</p>
<p>Agradeço ao Dr Paulo Porto da UNICAMP, Fga Silvia e a Dra Patrícia Rodrigues, minha fonoaudióloga tão querida, muito obrigada pelo esforço para me ajudar a ouvir de novo, por aprender novas palavras e viver feliz como eu nunca imaginava um dia poder viver. Hoje, faço terapia de fonoaudiologia com ela para treinar a fala. Ela é muito importante para mim e para o sucesso do meu amado aparelho.</p>
<div>
<div>FONTE:</div>
<div>http://www.otorrinolaringologia.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=88:implante-coclear-testemunho-de-um-implantado&amp;catid=11:materias&amp;Itemid=9</div>
</div>
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		<title>Teste que vale a vida</title>
		<link>http://septo.com.br/site/2011/02/16/teste-que-vale-a-vida/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 18:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog da Septo]]></category>

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		<description><![CDATA[Exame para detectar problema auditivo, que atinge 15 milhões de brasileiros, deve ser feito até três meses de idade para evitar complicações na fala e no aprendizado. Só 20 maternidades públicas que oferecem o serviço. Marcelo Ferreira/CB/10.5/05 Juliana Santos, ao lado da fonoaudióloga Vanessa Furtado, levou o filho Felipe para realizar o exame. Um teste...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-206  alignleft" title="teste_da_orelhinha" src="http://septo.com.br/site/wp-content/uploads/2011/02/teste_da_orelhinha.jpg" alt="" width="184" height="153" /></p>
<p>Exame para detectar problema auditivo, que atinge 15 milhões de brasileiros, deve ser feito até três meses</p>
<p>de idade para evitar complicações na fala e no aprendizado. Só 20 maternidades públicas que oferecem o serviço.</p>
<p>Marcelo Ferreira/CB/10.5/05 Juliana Santos, ao lado da fonoaudióloga Vanessa Furtado, levou o filho Felipe para realizar o exame.<br />
Um teste simples feito 48 horas após o nascimento do bebê pode detectar se o recém-nascido tem algum problema auditivo e evitar problemas na fala e no aprendizado da criança. A avaliação é rápida, indolor e importante para toda a vida da pessoa. Conhecido popularmente como teste da orelhinha, a Emissão Evocada Otoacústica existe desde os anos 90, mas até hoje poucas maternidades públicas brasileiras realizam o exame, mesmo com a vigência de leis dispondo sobre a obrigatoriedade.</p>
<p>Hoje, cerca de 150 locais em 19 estados realizam a triagem auditiva. O problema é que, dessas unidades, só 20 são maternidades públicas. “É possível que algum hospital dos 90 pronto- atendimentos da rede pública realize o exame de emissão acústica, mas nosso sistema de informação não separa por idade”, afirma a diretora do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas do Ministério da Saúde, Teresa Campos.<br />
Segundo a fonoaudióloga Vanessa Furtado, doutora em teste da orelhinha, dez municípios têm legislação obrigando a realização do teste, mas a lei se restringe ao papel. “Falta iniciativa política”, afirma. A média brasileira de diagnóstico de surdez está em torno dos três a quatro anos de idade. O que é tarde, se for levado em consideração que uma criança com problemas auditivos deve começar a utilizar o aparelho de correção até os seis meses para não ter nenhum comprometimento depois. “Sem áudio, a criança apresenta déficit cognitivo irreparável”, explica a fonoaudióloga.<br />
Segundo Vanessa, apesar do aparelho de prótese ser importado e sair por R$ 32 mil, o custo- benefício sai mais em conta. “O custo da educação de uma criança em escola especial é três vezes maior que os gastos em uma escola regular, mesmo com apoio especializado”.<br />
Dados da Organização Mundial de Saúde indicam que 10% da população mundial apresentam algum problema auditivo. No Brasil, estima-se que existam cerca de 15 milhões de pessoas com algum tipo de perda auditiva. No Censo de 2000, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 3,3% da população responderam ter algum problema auditivo. Aproximadamente 1% declarou ser incapaz de ouvir.<br />
Os profissionais de fonoaudiologia devem entregar, ainda este mês, um documento ao Ministério da Saúde pedindo atenção à área. Em setembro do ano passado, o Ministério criou a Política Nacional de Atenção à Saúde Auditiva. A meta é fechar o ano cobrindo a realização do exame de triagem em pelo menos 126 pontos distribuídos em todos os estados.<br />
O exame é tão ou mais importante do que o conhecido teste do pezinho. O teste da orelhinha deve ser realizado até o terceiro mês de vida. É nesse período que o bebê começa a captar os estímulos sensoriais sonoros que ajudam no processo da fala e na aprendizagem. A incidência de perda auditiva é estimada de um a três de cada mil nascimentos saudáveis. Comparativamente, o teste do pezinho tem uma alteração menor, de um em cada dez mil nascimentos.<br />
Quando se constata a deficiência auditiva, é necessário fazer outros exames para saber qual o grau dessa perda e o tratamento mais adequado. Para os bebês internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), o teste é realizado na própria unidade, evitando deslocamento do recém-nascido. Não existe medicamento para o problema, por isso é necessário a prótese.<br />
O ouvido humano é um órgão que distingue 400 mil sons. Segundo a fonoaudióloga Ieda Chaves Pacheco Russo, diretora da Academia Brasileira de Audiologia, é pelo ouvido que se adquire e mantém o sistema estruturado na linguagem. “Hoje, as maternidades colocam à disposição o serviço e as mães pagam pelo teste. O ideal é que o exame fosse obrigatório e gratuito”, defende.<br />
Desconhecimento<br />
A avaliação está prevista na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) e quase todos os planos de saúde cobrem. O preço pago está por volta de R$ 70,00. Foi o valor que a universitária Juliana dos Santos Damasceno, 23 anos, teve que desembolsar para saber se o filho de 26 dias apresentava alguma deficiência auditiva. Felipe Damasceno nasceu na maternidade do Hospital Regional da Asa Sul no último dia 14 de maio, mas Juliana pagou pelo teste em um hospital particular de Brasília.<br />
Juliana conta que fez mais de dez consultas de pré-natal, mas nenhum médico falou sobre a existência do teste da orelhinha. A universitária soube do teste por meio de uma amiga que teve filho em um hospital privado, onde o exame é oferecido. “Fiz nove consultas em uma clínica particular e três em hospitais públicos. Ninguém me orientou”, diz.<br />
A recomendação do teste da orelhinha não é nova. Em 1999, o Comitê Brasileiro sobre Perdas Auditivas na Infância (Cbpai), formado por profissionais da área, reivindicou ao governo a implantação da triagem auditiva neonatal no Brasil. As capitais Florianópolis (SC), Belo Horizonte (MG) e Porto Alegre (RS) têm legislação prevendo o teste da orelhinha. Em São Paulo, além da capital, o teste é lei nos municípios de Jaú, Itapeva e Campinas. No Rio de Janeiro, há lei na capital e no município de Duque de Caxias.<br />
Sem áudio, a criança apresenta déficit cognitivo irreparável<br />
Vanessa Furtado, fonoaudióloga</p>
<p>Hoje, as maternidades colocam à disposição o serviço e as mães pagam pelo teste. O ideal é que o exame fosse obrigatório e gratuito</p>
<p>Ieda Chaves Pacheco Russo, diretora da Academia Brasileira de Audiologia<br />
O número<br />
10%<br />
da população mundial apresentam algum problema auditivo<br />
Um hospital atende no DF<br />
No Distrito Federal, o teste da orelhinha é obrigatório. A previsão está na Lei Distrital 2.794/2001 e todos os hospitais da rede pública e privada deveriam oferecer o exame desde outubro de 2002. Apesar da obrigatoriedade, o exame só está disponível no Hospital Universitário de Brasília (HUB) e apenas para os bebês nascidos lá ou vindos de hospitais ou clínicas particulares.<br />
No HUB são feitos cerca de 200 exames mensais e 90% dos recém-nascidos não apresentam problema. “Há três anos, atendíamos os bebês nascidos em outros hospitais, mas não temos fonoaudiólogos e equipamentos suficientes para a quantidade de crianças nascidas no DF”, afirma a fonoaudióloga Nilda Maia, responsável pelo teste no HUB.<br />
Segundo a especialista, o hospital dispõe de apenas dois profissionais e um aparelho para atendimento. “O Governo do Distrito Federal (GDF) deveria disponibilizar pelo menos três unidades para realizar o teste”, reclama Maia.<br />
A estudante Ana Gabriela Araújo Dias é um exemplo do descaso do teste da orelhinha no DF. Há dois meses, ela deu à luz Anna Giulia no Hospital Regional da Asa Sul (HRAS) e saiu da maternidade sem saber da existência do teste. “Minha mãe trabalha para uma médica que perguntou se eu tinha feito o exame”, diz. Moradora do Valparaíso I (GO), Gabriela Dias voltou ao HRAS e soube que o hospital não aplica o teste. “Fiz seis consultas pré-natais. Fiquei sabendo só do teste do pezinho”, conta. Sem condições de pagar R$ 70,00 pelo procedimento, ganhou o exame da patroa da mãe.<br />
A Secretaria de Saúde do DF reconhece que o GDF não priorizou o assunto. O secretário-adjunto, Mário Sérgio Nunes, disse que há pedido da Coordenadoria de Saúde Neonatal para oferecer o teste em maternidades da rede pública do DF. No entanto, Sérgio não soube informar qual a previsão para a chegada dos equipamentos. O subsecretário de Atenção à Saúde, Evandro Oliveira da Silva, também evita falar em prazos para a implantação do sistema. O primeiro hospital a ser beneficiado seria o Hospital Regional da Asa Sul (HRAS).<br />
Não foi só o GDF que deixou a lei cair no esquecimento. A deputada distrital Anilcéia Machado, autora da lei junto com os então deputados distritais Gim Argelo (PMDB), Sílvio Linhares e Wasny de Roure (PT), desco</p>
<p>FONTE: http://www.otorrinolaringologia.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=85:teste-que-vale-a-vida-&amp;catid=11:materias&amp;Itemid=9</p>
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